E eis-nos chegados ao último dia de 2008... E como tal, penso que faz todo o sentido acompanhar tudo o que é media e fazer uma retrospectiva ao que se passou este ano.
Para começar tenho que dizer que 2008 criou uma situação muito dificil na minha vida. Sendo o melhor ano de sempre a todos os níveis, tornou-se extraordinariamente complicado de ultrapassar. A fasquia foi realmente colocada muito lá em cima. Mas isto não deve ser visto como um contratempo. Antes pelo contrário, deverá ser visto como um estímulo. A proeza é dificil, mas não será impossível... Se há coisa que eu aprendi este ano foi isso mesmo... Impossíveis, não existem, e as dificuldades que encontramos pelo caminho servem apenas para nos testar e fazer perceber o quanto queremos fazer algo.
Em 2008 fui atrás do que queria. Sinto que mudei características da minha personalidade, da minha maneira de ser. Por exemplo, não digo que passei a ser um optimista, mas passei a encontrar coisas positivas nas coisas menos boas que ia tendo na minha vida. Fui apreciando as pequenas vitórias e aprendendo com as derrotas. Passei a perceber que sou uma pessoa com muita sorte na vida. Que calmamente vou chegando onde queria e onde achava que podia chegar.
Em 2008 conheci dezenas de pessoas novas fruto de várias mudanças na vida pessoal e profissional. Conheci pessoas que se tornaram grandes amigas, outras, grandes colegas... Mudar de empresa e vir para um sitio com cerca de 100 pessoas num escritorio permite isso. Permite ver muita gente diferente, formas distintas de estar, de pensar e de agir. Culturas diferentes também. Tenho aprendido bastante com tudo isto e espero que isso continue em 2009. Esta é pelo menos uma das faces possíveis de melhorar no ano que aí vem.
Em 2008, redescobri o amor. Fez com que tudo fizesse sentido. Mas não me alongo em conversas porque não quero aqui expôr ninguém. Apenas partilhar que 2008 trouxe-me a felicidade e alguém que me merece e julgo merecer também.
Em 2008, como já disse, mudei de empresa. Fui trabalhar para um sítio verdadeiramente dinâmico, multinacional, onde tenho uma colega polaca e um chefe inglês. Onde aos poucos fui conquistando a simpatia de colegas e que me fez sentir bem recebido e também a confiança que depositaram em mim.
Em 2008, troquei de carro. Apaixonei-me quando o vi pela primeira vez e sabia que era este o meu novo carro. Fiz o que precisei de fazer para o ter e tive um dos primeiros exemplares a circular pelas estradas. Não que isso seja importante, mas queria muito tê-lo e tive de fazer com que as coisas acontecessem dessa forma.
Em 2008 conheci meia Europa em 2 meses. Viagens atrás de viagens sempre documentadas aqui no blog permitiram-me conhecer tanta coisa, tantos países, tantas pessoas e culturas. conhecer ou rever coisas boas, passar por inúmeras aventuras e estar aqui desejoso por mais...
Em 2008 percebi que a vida é fantástica. E que a cada momento de tristeza, segue-se um de alegria. Que depois de uma desilusão, vem uma esperança... 2008 Foi sem dúvida o melhor ano da minha vida. Um ano inesquecível desde o primeiro dia até ao último. Vivido intensamente sempre que possível.
A todos os que fizeram parte dele, o meu muito obrigado. Amigos, família e realeza...
Que 2009 seja tão bom para vocês como 2008 foi para mim. Felicidades...
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30 dezembro 2008
04 novembro 2008
A primeira vez
Hoje é um dia importante para a minha vida profissional. Ao fim de 2 meses e de muitas milhas de avião, conseguimos fechar o primeiro negócio desde que cá estou. Vamos trabalhar na Hungria numa promoção que nunca foi feita.
Tinha que partilhar este contentamento e esta vitória de uma equipa que se sabe manter muito unida para atingir os seus objectivos.
Espero que seja o primeiro de muitos negócios.
Tal como as peças de um puzzle que começam a fazer sentido, 2008 está a aproximar-se do final da forma que pretendia. A sorte que tenho não é apenas fruto do acaso. Não li “O Segredo”, mas sei que mensagem passa, e este ano decidi ser um pouco mais optimista, ver as coisas boas mesmo onde parecem não haver e por fim, acreditar. Acreditar sempre. Acreditar que o meu destino é mesmo o que eu sonhava que fosse.
Tinha que partilhar este contentamento e esta vitória de uma equipa que se sabe manter muito unida para atingir os seus objectivos.
Espero que seja o primeiro de muitos negócios.
Tal como as peças de um puzzle que começam a fazer sentido, 2008 está a aproximar-se do final da forma que pretendia. A sorte que tenho não é apenas fruto do acaso. Não li “O Segredo”, mas sei que mensagem passa, e este ano decidi ser um pouco mais optimista, ver as coisas boas mesmo onde parecem não haver e por fim, acreditar. Acreditar sempre. Acreditar que o meu destino é mesmo o que eu sonhava que fosse.
30 outubro 2008
Ultra Levur
04 setembro 2008
I hate Tuesdays
As terças feiras são o pior dia da semana. São mesmo. A terça feira é aquele dia que não dá jeito nenhum. Esqueçam as segundas. O que vocês não querem são as terças.
A segunda sendo o primeiro dia da semana de trabalho é o dia com que toda a gente já sabe com o que conta. Sono. Pouca vontade de sair da cama (especialmente se bem acompanhado). E porquê? Porque pensamos que ainda há tantos dias até ao fim de semana... Se a terça não existisse, só faltariam três. Bem melhor, não?
A quarta feira é aquele dia ambíguo por estar na charneira. É o meio da semana e portanto é quando a contagem decrescente para o fim de semana realmente começa. É como se tivessemos chegado ao cimo do monte e agora fosse só a descer.
Depois quinta. Quinta é o dia simpatico.. É o dia que já dá para ir beber um copito porque se tivermos sono na sexta.. sexta é sexta. E isso diz tudo. Portanto a quinta torna-se num mini-estágio para o fim de semana. O dia passa sempre com a miragem de que amanhã.. .hmm amanhã.. amanhã já é sexta!
E depois a sexta, propriamente dita. O princípio do fim de semana. Jantares, Copos, Festas, Amigos. Sexta é o descansar (ou o cansar...) do guerreiro.
A terça feira é que vem acumular todas as frustrações da semana. Ao acordar sabe tão mal como uma segunda, e quando acaba não sabe nem a quarta, nem a quinta...Por isso, e bem vistas as coisas, só a terça feira não tem papel relevante a desempenhar neste calendário gregoriano. Não faz falta a nada. Só atrapalha!
Detesto terças feiras.
A segunda sendo o primeiro dia da semana de trabalho é o dia com que toda a gente já sabe com o que conta. Sono. Pouca vontade de sair da cama (especialmente se bem acompanhado). E porquê? Porque pensamos que ainda há tantos dias até ao fim de semana... Se a terça não existisse, só faltariam três. Bem melhor, não?
A quarta feira é aquele dia ambíguo por estar na charneira. É o meio da semana e portanto é quando a contagem decrescente para o fim de semana realmente começa. É como se tivessemos chegado ao cimo do monte e agora fosse só a descer.
Depois quinta. Quinta é o dia simpatico.. É o dia que já dá para ir beber um copito porque se tivermos sono na sexta.. sexta é sexta. E isso diz tudo. Portanto a quinta torna-se num mini-estágio para o fim de semana. O dia passa sempre com a miragem de que amanhã.. .hmm amanhã.. amanhã já é sexta!
E depois a sexta, propriamente dita. O princípio do fim de semana. Jantares, Copos, Festas, Amigos. Sexta é o descansar (ou o cansar...) do guerreiro.
A terça feira é que vem acumular todas as frustrações da semana. Ao acordar sabe tão mal como uma segunda, e quando acaba não sabe nem a quarta, nem a quinta...Por isso, e bem vistas as coisas, só a terça feira não tem papel relevante a desempenhar neste calendário gregoriano. Não faz falta a nada. Só atrapalha!
Detesto terças feiras.
22 julho 2008
Controlo de Qualidade
Há uma coisa em que nunca penso quando como fast food. Nos refrigerantes. Parto do princípio que as marcas e os estabelecimentos tem bom senso suficiente para vender o que publicitam. Se vejo o símbolo da Coca-Cola no manípulo, parto do princípio que é Coca-Cola e não outra Cola qualquer... Mas eu nem gosto de Coca-Cola, mas gfosto de Ice Tea...
Hoje fui ao Colombo (sim, sim, o tempo da interdição já lá vai...) e almocei na Pizza Hut. No express. E pedi Ice Tea (salvo erro o que lá estava era Frutea). Quando bebi o primeiro gole, ia ficando diabético.
Eu até sou guloso e gosto muito de coisas doces, mas aquilo era açúcar com um pouco de água. Não me lembro de em tempo algum ter bebido algo assim. Quase xarope...
Será que andam a alterar o sabor com outros ice-teas mais baratos? Quererá a Frutea que as pessoas fiquem com a imagem que eu fiquei?
E a ASAE? Controla isto? Como?
Hoje fui ao Colombo (sim, sim, o tempo da interdição já lá vai...) e almocei na Pizza Hut. No express. E pedi Ice Tea (salvo erro o que lá estava era Frutea). Quando bebi o primeiro gole, ia ficando diabético.
Eu até sou guloso e gosto muito de coisas doces, mas aquilo era açúcar com um pouco de água. Não me lembro de em tempo algum ter bebido algo assim. Quase xarope...
Será que andam a alterar o sabor com outros ice-teas mais baratos? Quererá a Frutea que as pessoas fiquem com a imagem que eu fiquei?
E a ASAE? Controla isto? Como?
17 julho 2008
Man of Science, Man of Faith
É verdade que sempre me queixei de ser um gajo sem sorte. Mas hoje percebo que temos que ir atrás da nossa sorte. A minha vida tem mudado tanto (não só a minha vida, mas eu também) que hoje percebo que sou na realidade um afortunado. Estou calmamente a chegar à vida que queria ter. Ainda é cedo, mas mesmo com alguns obstáculos pelo caminho (pessoais e externos), não me posso queixar.
E o futuro é encorajador.
Díficil, mas desafiante.
Complexo, mas confortante.
Exigente mas entusiasmante.
Acho que a beleza da vida está na possibilidade de tudo poder mudar. E o segredo está em saber isso mesmo. Não ficando demasiado triste quando as coisas não estão a correr como planeado, nem demasiado iludido quando estão muito bem.
Vamos ver que mais novidades ainda estou para ter...
E o futuro é encorajador.
Díficil, mas desafiante.
Complexo, mas confortante.
Exigente mas entusiasmante.
Acho que a beleza da vida está na possibilidade de tudo poder mudar. E o segredo está em saber isso mesmo. Não ficando demasiado triste quando as coisas não estão a correr como planeado, nem demasiado iludido quando estão muito bem.
Vamos ver que mais novidades ainda estou para ter...
30 junho 2008
A outra faixa
Eu sei que isto é provavelmente uma idiotice, mas se calhar algumas pessoas passam pelo mesmo.
Quando o stress aumenta, quando já não posso ouvir os telefones constantemente a tocar, quando me apetece rebentar, vou à casa de banho e abro a janela. É estreitinha, e dá para a Av. Gago Coutinho. Vejo apenas árvores, estrada com carros a passar e aquela faixa central, cheia de relva, verdinha que me faz aguentar o resto do dia. Não ligo aos carros, não ligo ao barulho, nada. Só aquela relva com o Sol a bater. 2 minutos bastam.
Acho engraçado porque mesmo não sendo nada de especial, e não sendo mais do que um simples (talvez simplório) estímulo visual, ajuda-me a relaxar um pouco.
Sabe bem gostar de coisas simples.
Quando o stress aumenta, quando já não posso ouvir os telefones constantemente a tocar, quando me apetece rebentar, vou à casa de banho e abro a janela. É estreitinha, e dá para a Av. Gago Coutinho. Vejo apenas árvores, estrada com carros a passar e aquela faixa central, cheia de relva, verdinha que me faz aguentar o resto do dia. Não ligo aos carros, não ligo ao barulho, nada. Só aquela relva com o Sol a bater. 2 minutos bastam.
Acho engraçado porque mesmo não sendo nada de especial, e não sendo mais do que um simples (talvez simplório) estímulo visual, ajuda-me a relaxar um pouco.
Sabe bem gostar de coisas simples.
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